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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Enc: [INR] NOVA FRIBURGO PROÍBE RODEIOS

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--- Em seg, 25/10/10, Instituto Nina Rosa <institutoninarosa@yahoo.com.br> escreveu:

De: Instituto Nina Rosa <institutoninarosa@yahoo.com.br>
Assunto: [INR] NOVA FRIBURGO PROÍBE RODEIOS
Para: institutoninarosa@yahoogrupos.com.br
Data: Segunda-feira, 25 de Outubro de 2010, 17:19

 
25/10/2010
NOVA FRIBURGO PROÍBE RODEIOS

 
A Câmara Municipal de Nova Friburgo/RJ aprovou por unanimidade na noite da última terça-feira, dia 19, o Projeto de Lei 004/10, apresentado pelo vereador Manoel Martins, que proíbe "rodeios, touradas ou eventos similares que envolvam maus-tratos e crueldades de animais" naquela cidade.
 
Veja o teor da lei e a justificativa abaixo:
 
 
 

 
Parabéns a todos os envolvidos com a criação e aprovação deste PL. Nova Friburgo vem se juntar às muitas cidades que tem tomado a iniciativa de proibir as cruéis provas de rodeio em seu território, dando a população exemplos de ética e compaixão. 
 
INR
 
Instituto Nina Rosa - Projetos por amor à vida
Organização independente sem fins lucrativos
 
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Enc: [INR] A importancia da tela de proteção em apt. para gatos

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--- Em seg, 30/8/10, INR - Projetos <projetos@institutoninarosa.org.br> escreveu:

De: INR - Projetos <projetos@institutoninarosa.org.br>
Assunto: [INR] A importancia da tela de proteção em apt. para gatos
Para: "Grupo INR" <institutoninarosa@yahoogrupos.com.br>
Data: Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010, 14:53

 


Se você mora em apartamento, uma das exigências para adotar um gatinho é possuir rede de proteção em todas as janelas


Algumas pessoas, que não conhecem bem os gatos, acreditam que eles sabem se cuidar e que não cairiam de uma janela ou varanda


Mas isso não é verdade

Veja o que diz o dr Archivaldo Reche Jr, em artigo publicado na Folha de São Paulo em abril/2007:

"Gatos são muito curiosos e têm instinto de caça aguçado. Por isso, se cismarem com uma borboleta se atiram da altura que for", explica o especialista da USP



Portanto, manter janelas fechadas não basta


É preciso oferecer segurança permanente àqueles que você ama


Lembre-se que um gato bem cuidado pode viver mais de 20 anos com você



Será muito difícil manter as janelas fechadas por tanto tempo assim. Basta uma vez para que um acidente aconteça e não é isso que queremos para os gatinhos


Gatos gostam de tomar banho de sol


Relaxar



Observar o movimento



Ter grades não é o suficiente


Mesmo que você more em apartamento térreo ou casa


É preciso telar


Dê preferência a empresas que utilizam redes com tramas menores



Peça para instalarem os ganchos bem próximos uns dos outros



Tele qualquer espaço por onde um gato possa sair



Inclusive os banheiros


Árvores



E churrasqueiras :)


E, depois das telas instaladas, procure vistoriá-las com frequência



Verifique se os ganchos estão firmes e a tela bem presa


Gatinhos com instintos roedores podem causar danos às telas e colocar em risco a própria segurança



Em varandas, ou mesmo em casa com quintal, empresas especializadas oferecem a montagem de estruturas para fixação das redes



Existem várias formas de tornar uma casa mais segura. Você pode telar todo o quintal, formando inclusive um teto com rede


Ou pode telar apenas os muros, inclinando a tela para dentro


Não esqueça dos portões



O importante é vedar todo e qualquer espaço por onde um gatinho mais curioso possa escapar



Porque quem ama, protege!


Está no Blog da Patricia. Achei muito interessante e importante.

Repassem e divulguem.

http://gatinhosdetodaparte.blogspot.com


Se o homem pensasse como o gato, teria calma e equilibrio em qualquer dificuldade.

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Enc: [INR] Clipping INR: “A pesquisa científica com animais é uma falácia”, diz o médico Ray Greek

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--- Em ter, 19/10/10, INR - Projetos <projetos@institutoninarosa.org.br> escreveu:

De: INR - Projetos <projetos@institutoninarosa.org.br>
Assunto: [INR] Clipping INR: "A pesquisa científica com animais é uma falácia", diz o médico Ray Greek
Para: "Grupo INR" <institutoninarosa@yahoogrupos.com.br>
Data: Terça-feira, 19 de Outubro de 2010, 16:28

 

Publicado em 16/10/2010
 
"A pesquisa científica com animais é uma falácia", diz o médico Ray Greek
 
Fonte: Revista Veja - http://bit.ly/dAPXFR
 
Médico americano afirma que a pesquisa com animais atrasa o avanço do desenvolvimento de remédios
 
Marco Túlio Pires
 
Arquivo Pessoal

Ray Greek
 
Há 20 anos, Ray Greek abandonou o consultório para convencer a comunidade científica de que a pesquisa com animais para fins médicos não faz sentido. Greek é autor de seis livros, nos quais, sem recorrer a argumentos éticos ou morais,  tenta explicar cientificamente como a sua posição se sustenta. Em 2003 escreveu Specious Science: Why Experiments on Animals Harm Humans (Ciência das Espécies: Por que Experimentos com Animais Prejudicam os Humanos, ainda não publicado no Brasil) e o mais recente em 2009: FAQs About the Use of Animals in Science: A Handbook for the Scientifically Perplexed (Perguntas e Respostas Sobre o Uso de Animais na Ciência: Um Manual Para os Cientificamente Perplexos). Ele garante que sua motivação não é salvar os animais, mas analisar dados científicos. 
 
Além disso, Greek uniu esforços com outros médicos americanos e fundou a Americans for Medical Advancement, uma organização sem fins lucrativos que advoga métodos alternativos ao modelo animal. Em entrevista para VEJA, ele diz porque, na opinião dele, a pesquisa com animais para o desenvolvimento de remédios não é necessária.
 
O senhor seria cobaia de uma pesquisa que está desenvolvendo algum remédio?
Claro. Se a pesquisa estivesse sendo conduzida eticamente eu seria voluntário. Milhares de pessoas fazem isso todos os dias. Por vezes elas doam tecido para que possamos aprender mais sobre uma doença, em outros momentos ingerem novos remédios para o tratamento de doenças na esperança que a nova droga apresente alguma cura.
 
E se o medicamento nunca tivesse sido testado em animais?
A falácia nesse caso é de que devemos testar essas drogas primeiro em animais antes de testá-las em humanos. Testar em animais não nos dá informações sobre o que irá acontecer em humanos. Assim, você pode testar uma droga em um macaco, por exemplo, e talvez ele não sofra nenhum efeito colateral. Depois disso, o remédio é dado a seres humanos que podem morrer por causa dessa droga. Em alguns casos, macacos tomam um remédio que resultam em efeitos colaterais horríveis, mas são inofensivos em seres humanos. O meu argumento é que não interessa o que determinado remédio faz em camundongos, cães ou macacos, ele pode causar reações completamente diferentes em humanos. Então, os teste em animais não possuem valor preditivo. E se eles não têm valor preditivo, cientificamente falando, não faz sentido realizá-los.
 
Mas todos os remédios comercializados legalmente foram testados em animais antes de seres humanos. Este não é um caminho seguro?
Definitivamente não. As estatísticas sobre o assunto são diretas. Inclusive, muitos cientistas que experimentam com animais admitiram que eles não têm nenhum valor preditivo para humanos. Outros disseram que o valor preditivo é igual a uma disputa de cara ou coroa. A ciência médica exige um valor que seja de pelo menos 90%.
 
Esses remédios legalmente comercializados e que dependeram de pesquisas científicas com animais já salvaram milhões de vidas...
A indústria farmacêutica já divulgou que os remédios normalmente funcionam em 50% da população. É uma média. Algumas drogas funcionam em 10% da população, outras 80%. Mas isso tem a ver com a diferença entre os seres humanos. Então, nesse momento, não temos milhares de remédios que funcionam em todas as pessoas e são seguros. Na verdade, você tem remédios que não funcionam para algumas pessoas e ao mesmo tempo não são seguros para outras. A grande maioria dos remédios que existe no mercado são cópias de drogas que já existem, por isso já sabemos os efeitos sem precisar testar em animais. Outras drogas que foram descobertas na natureza e já são usadas por muitos anos foram testadas em animais apenas como um adendo. Além disso, muitos remédios que temos hoje foram testados em animais, falharam nos testes, mas as empresas decidiram comercializar assim mesmo e o remédio foi um sucesso. Então, a noção de que os remédios funcionam por causa de testes com animais é uma falácia.
 
Se isso fosse verdade os cientistas já teriam abandonado o modelo animal. Por que isso não aconteceu ainda?
Porque o trabalho deles depende disso. Nos Estados Unidos, a maior parte da pesquisa médica é financiada pelo Instituto Nacional de Saúde [NIH, em inglês]. O orçamento do NIH gira em torno de 30 bilhões de dólares por ano. Mais ou menos a metade disso é entregue a pesquisadores que realizam experimentos com animais. Eles têm centenas de comitês e cada comitê decide para onde vai o dinheiro. Nos últimos 40 anos, 50% desse dinheiro vai, anualmente, para pesquisa com animais. Isso acontece porque as próprias pessoas que decidem para onde o dinheiro vai, os cientistas que formam esses comitês, realizam pesquisas com animais. O que temos é um sistema muito corrupto que está preocupado em garantir o dinheiro de pesquisadores versus um sistema que está preocupado em encontrar curas para doenças e novos remédios.
 
Onde estaria a medicina se não fosse a pesquisa com animais?
No mesmo lugar em que ela está hoje. A maioria das drogas é descoberta utilizando computadores ou por meio da natureza. As drogas não são descobertas utilizando animais. Elas são testadas em animais depois que são descobertas. Essas drogas deveriam ser testadas em computadores, depois em tecido humano e daí sim, em seres humanos. Empresas farmacêuticas já admitiram que essa será a forma de testar remédios no futuro. Algumas empresas já admitiram inúmeras vezes em literatura científica que os animais não são preditivos para humanos. E essas empresas já perderam muito dinheiro porque cancelaram o desenvolvimento de remédios por causa de efeitos adversos em animais e que não necessariamente ocorreriam em seres humanos. Foram bilhões de dólares perdidos ao não desenvolver drogas que poderiam ter dado certo.
 
Como as pesquisas deveriam ser conduzidas?
Deveríamos estar fazendo pesquisa baseada em humanos. E com isso eu quero dizer pesquisas baseadas em tecidos e genes humanos. É daí que os grandes avanços da medicina estão vindo. Por exemplo, o Projeto Genoma, que foi concluído há 10 anos, possibilitou que muitos pesquisadores descobrissem o que genes específicos no corpo humano fazem. E agora, existem cerca de 10 drogas que não são receitadas antes que se saiba o perfil genético do paciente. É assim que a medicina deveria ser praticada.  Nesse momento, tratamos todos os seres humanos como se fossem idênticos, mas eles não são. Uma droga que poderia me matar pode te ajudar. Desse modo, as diferenças não são grandes apenas entre espécies, mas também entre os humanos. Então, a única maneira de termos um suprimento seguro e eficiente de remédios é testar as drogas e desenvolvê-las baseados na composição genética de indivíduos humanos. Para se ter uma ideia, a modelagem animal corresponde a apenas 1% de todos os testes e métodos que existem. Ou seja, ela é um pedaço insignificante do todo. O estudo dos genes humanos é uma alternativa. Quando fazemos isso, estamos olhando para grandes populações de pessoas. Por exemplo, você analisa 10.000 pessoas e 100 delas sofreram de ataque cardíaco. A partir daí analisamos as diferenças entre os genes dos dois grupos e é assim que você descobre quais genes estão ligados às doenças do coração. E isso está sendo feito, porém, não o bastante. Há também a pesquisa in vitro com tecido humano. Virtualmente tudo que sabemos sobre HIV aprendemos estudando tecido de pessoas que tiveram a doença e por meio de autópsias de pacientes. A modelagem computacional de doenças e drogas é outra saída. Se quisermos saber quais efeitos uma droga terá, podemos desenvolvê-la no computador e simular a interação com a célula.
 
Mas ainda não temos informações suficientes para simular o corpo humano no computador...
Temos sim. Não temos informações suficientes para criar 100% do corpo humano e isso não vai acontecer nos próximos 100 anos. Mas não precisamos de toda essa informação. O que precisamos é saber como e do que um receptor celular é constituído — isso já sabemos — e a partir daí podemos desenvolver, no computador, remédios baseados nas leis da química que se encaixem nesses receptores. Depois disso, a droga é testada em tecido humano e depois em seres humanos. Antes disso acontecer, contudo, muitos testes são feitos in vitro e em tecidos humanos até chegar em um voluntário humano.
 
Um computador não é um sistema vivo completo. Como é possível garantir que essa droga, que nunca foi testada em animais, não será nociva aos seres humanos?
A falácia nesse argumento é que os macacos e camundongos, por exemplo, são seres vivos, mas não são seres humanos intactos. E esse argumento seria muito bom, se ele não fosse tão ruim. Drogas são testadas em macacos e camundongos intactos por quase 100 anos e não há valor preditivo no sentido de dizer quais serão os efeitos da droga no ser humano. O que essas pesquisas têm feito, na verdade, é verificar o que essas drogas causam em macacos e em seres humanos separadamente e não há relação. Por isso, o que dizem é meramente retórico, não há nenhuma base científica.
 
O senhor já fez experimentos com animais. O que o fez mudar de ideia?
Meu posicionamento mudou apenas uma década depois que terminei a faculdade de medicina. Minha esposa é veterinária e comecei a notar como tratávamos nossos pacientes de maneira muito diferente. Comecei a notar também que alguns remédios funcionam muito bem em animais, mas não funcionam em humanos e algumas drogas funcionam em humanos, mas não podem ser usadas em cães, mas podem ser usadas em gatos e assim por diante. Não estou dizendo que os animais e os humanos são exatamente opostos, não é isso. Eles têm muito em comum.
 
A semelhança genética de 90% entre humanos e camundongos não é suficiente?
Aparentemente não. Porque os dados científicos dizem que não. Não me interessa se somos suficientemente semelhantes aos animais para fazer testes neles ou não. A minha interpretação é científica. E a ciência diz que não somos. Na minha experiência clínica isso é verdade porque não conseguimos prever nem quais serão os efeitos de um remédio no seu irmão, realizando testes em você. Algumas drogas que você pode tomar, seu irmão não pode, por exemplo. Contudo, eu não sou contra todo tipo de experimento com animais. É possível recorrer aos animais para utilização de algumas partes. Por exemplo, podemos utilizar a válvula cardíaca de um porco para substituir a de seres humanos. Além disso, é possível cultivar vírus, insulina, mas isso não é pesquisa. O fracasso está em utilizar modelos animais para prever o que irá acontecer com um ser humano. Um ótimo exemplo disso é a Aids. Os animais não desenvolvem essa doença, de jeito nenhum. Eles sofrem de doenças parecidas com a Aids, mas por causa de vírus completamente diferentes. E os sintomas são muito diferentes dos manifestados em pacientes aidéticos. Por isso, não há correlação.
 
O senhor é contra o eventual sacrifício de animais em pesquisas científicas com o objetivo de salvar milhões de vidas humanas?
Eu não tenho nenhum problema com isso. Meu problema com pesquisa animal não é de cunho ético e sim, científico. É como dizer que estamos em um cruzeiro atravessando o oceano Atlântico e um indivíduo cai na água e está se afogando. Ele precisa é de um salva-vidas mas não temos nenhum, então vamos arremessar 1.000 cães na água. Por que arremessar os cães na água já que eles não vão salvar a vida da pessoa? Você pode construir um argumento ético dizendo que é aceitável afogar esses cães mas o que eu quero dizer é que a pessoa precisa de um salva-vidas e não 1.000 cães afogados. E é exatamente isso que estamos fazendo com a pesquisa animal. Estamos matando cães pelo bem de matar cães. Não porque matá-los irá trazer a cura para doenças como a Aids ou o Alzheimer.
 
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

orkut - doaçao de husky no rj repassando LÊ:

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RITA AJUDEM:

Tenho um amigo que precisa doar seu Husk. Ele tem 1 ano e meio é estéril e branco. Está em Maricá , Rio de Janeiro. Muito lindo. Tel 98077957 com Alessandra

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orkut - ajudem

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RITA AJUDEM:

AMIGA, VOCE PODERIA COMPRAR UM NUMERO DA NOSSA RIFA PARA AJUDAR TODOS ESSES PELUDINHOS?
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precisando de mais informações,pode deixar recados!
obrigada!
Privado Respo


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